Área de Atuação

Organização Geral, Redução de Custos, Sistemas de Controle Informatizados em Todas as Áreas, Normas Internas, Aumento de Produtividade, Padronização para Estabelecimento de Metas e Avaliação de Resultados, Padronização e Otimização na Contratação de Pessoas, Melhorias no Fluxo de Caixa, Administração de Frotas, Otimizações em Vendas, Treinamento Interno e Palestras nos Temas: Atendimento e Postura Profissional, Melhor Comunicação, Formação de Líderes, Administração do Tempo.

Fazendo Contato

Para contratar-me ou saber mais sobre meu trabalho, comentar qualquer artigo ou eliminar dúvidas, por favor faça-o por telefone ou email. Responderemos à todos os contatos.

Email: tavareslima@terra.com.br

Fones: (17) 2122 1087 (Fixo) e (17) 996 016 659 (OI)

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Inovação Disruptiva

Este termo foi criado por Clayton Christensen, professor de Harvard. Naquele momento, ele inspirou-se no conceito de “destruição criativa”, conceito este criado em 1939 pelo economista austríaco Joseph Schumpeter desejando explicar os ciclos de negócios. Para Schumpeter, o capitalismo opera em ciclos e cada nova revolução (industrial ou tecnológica) destrói a revolução anterior,  tomando seu mercado.

Christensen chamou de "Inovações Sustentáveis" aquelas que não chegam a criar um novo mercado e a concorrência acontece da forma mais tradicional. Contrariamente à Inovação Disruptiva: uma empresa lança uma tecnologia bem mais barata, mais acessível e eficiente, praticando margens menores de lucro e criando com isto uma revolução no mercado.

Alguns exemplos: PCs (computadores pessoais) substituindo os antigos Main Frames (computadores gigantescos e caríssimos); telefones celulares ocupando o lugar dos telefones fixos (em alguns países como a Finlândia por exemplo praticamente não existem telefones fixos); o Netflix que praticamente acabou com as video-locadoras; a Wikipédia que tornou-se fonte de pesquisas no lugar das enormes enciclopédias em papel; dentre outras dezenas de exemplos que poderíamos citar.

Existe também a auto-revolução disruptiva: como exemplo citamos a HP (Hewlett Packard) que passou a produzir uma linha de computadores bem mais baratos, já que sua concorrente direta, a IBM, através da Lenovo (uma empresa do Grupo IBM) lançou uma linha de computadores infinitamente mais baratos (populares mesmo) do que os computadores IBM, sabidamente caríssimos. Não discuto aqui a qualidade dos produtos IBM e HP vendidos como "primeira linha", nem a qualidade dos produtos Lenovo e HP vendidos como segunda linha.

A base da Inovação Disruptiva é a observação daquilo que existe no mercado, seu funcionamento, seus custos, suas margens de lucro, sua procura pelo consumidor, o grau de contentamento do consumidor com relação ao que existe no mercado, a durabilidade versus valor final de aquisição para o consumidor, dentre tantos outros parâmetros e a visão de um empreendedor no sentido de se criar algo infinitamente mais barato e com funcionamento bem próximo.

Esta inquietação natural do empreendedor acaba por gerar ideias, quebrar paradigmas, viabilizar a produção e comercialização de produtos antes impensáveis (por razões diversas), mexer no mercado. Claro que o lado negativo é a extinção de alguns negócios, a extinção de postos de trabalho, a redução das margens de lucro entre os concorrentes que tentar alinhar suas margens à própria concorrência. Mas existe uma infinidade de vantagens nesta "revolução", que acaba por colocar o consumidor final em contato com outra realidade: será que tudo precisa durar para sempre ? será que tudo aquilo que é bom custa caro obrigatoriamente ? é verdade que qualidade excelente está sempre ligada ao alto custo ? uma produção artesanal é essencialmente mais cara do que uma produção em série ?


Com a exposição acima, convido os leitores a refletirem sobre este assunto, buscando outros materiais para aprofundarem-se e avaliando dentro do contexto que vivemos e dentro do contexto que cada gestor vive em sua empresa, a importância de uma possível implantação da Inovação Disruptiva em seu empreendimento.

terça-feira, 24 de maio de 2016

Fazendo melhor aquilo que você já faz muito bem

video


A ideia aqui é que o profissional não se acomode; que ele busque sempre fazer aquilo que já faz muito bem feito, AINDA MELHOR!

Fazer bem feito (qualidade), fazer mais em menos tempo (produtividade), com muito boa vontade (empenho), utilizando todos os recursos disponíveis inclusive a sua própria vontade para que o produto final seja o melhor (comprometimento), com muito orgulho e confiança naquilo que produziu (confiabilidade).

Não se acomode ! Reflita sobre suas tarefas diárias, estude, crie alternativas, ponha em prática, refaça inúmeras vezes (tente, tente, tente...), avalie, modifique o que for necessário, peça opiniões, ouça bastante e fale menos. 

Quem faz sempre a mesma coisa, da mesma forma, não pode esperar resultados diferentes !



quarta-feira, 18 de maio de 2016

Comprometimento

Palavra muito utilizada hoje pelos setores de RH das empresas e muito pouco praticada. O comprometimento na prática tem uma abrangência muito grande e vários fatores o compõe.

Muito fácil pedir ao funcionário, ao líder, ao gestor: "Você precisa comprometer-se mais com a empresa". Em outras palavras: "Você precisa vestir a camisa da empresa". Mas muitas vezes, até mesmo aqueles que solicitam o comprometimento, NÃO É COMPROMETIDO! E sabem por quê? Porque não sabem exatamente o quê é comprometimento!

Para alguém comprometer-se com algo, com alguma situação, ou com alguém, é preciso ter em mente vários fatores paralelos, que precisam ser satisfeitos. Então, o comprometimento chega como resultado, como produto final.

Para comprometer-se, é importante gostar do que faz. Caso contrário, o comprometimento real não será conseguido.

Quem gosta daquilo que faz, será sempre um aprendiz e colocará cada nova coisa aprendida em benefício da tarefa a ser cumprida e isto resultará em comprometimento. O "comprometido" busca inovar, otimizar, entender mecanismos, facilitar, reduzir recursos envolvidos na realização de tarefas, pensando  sempre em melhorar, progredir, sendo mais eficiente e competente.

O comprometimento deve ser incondicional, senão ele não é sincero. Basta colocar-se uma ou outra condição para comprometer-se e o comprometimento perderá seu valor. Comprometimento verdadeiro não é negociável.

Comprometer-se é do começo ao fim. Não adianta comprometer-se com o trabalho em si e não com o resultado final (foco na qualidade).

Comprometer-se é levar em consideração as competências de cada elemento da equipe, ajudá-los a conquistarem o resultado final e suprir aquilo que for necessário para tal. Não adianta uma pessoa extremamente comprometida, porém egoísta, que vislumbra somente os seus resultados.

Comprometer-se envolve discernimento: um frentista de posto pode julgar mais importante manter o pátio do posto limpo do que atender um cliente desejando abastecer seu carro.

Ética e lealdade são características básicas para aquele que se diz comprometido com uma empresa, com uma tarefa ou com alguém.

Não se deve confundir comprometimento com dedicação. 

Dedicar-se está relacionado ao esforço que se faz para atingir-se um objetivo. Comprometer-se vai muito além disto. Muitos gestores utilizam o "comprometimento" como índice de avaliação, mas acabam confundindo este conceito com o conceito de dedicação, gerando desvios no resultado final da avaliação de uma equipe.

Para que o comprometimento aconteça, o "comprometido" deverá conhecer bem todas características do compromisso.

Um líder, um gestor, não pode dar uma tarefa para ser executada, cobrar comprometimento e não deixar claro para quê servirá aquela tarefa, quais os recursos para executá-la e o quê se espera daquele indivíduo com relação àquela tarefa. 

Quanto mais o "comprometido" souber à respeito do compromisso, melhor será o resultado obtido.

Não há como falar em alguém comprometido, que não tenha responsabilidade. Assumir responsabilidades faz parte do comprometimento sempre.

Há ainda outras condições necessárias para que o comprometimento seja realizado com sucesso:

a-) Para comprometer-se é importante o auto-conhecimento. Aquele que busca constantemente conhecer-se, corrigir-se em suas falhas e melhorar-se nos detalhes, ao comprometer-se terá certamente maiores possibilidades de sucesso.

b-) Manter-se atualizado naquilo que faz. Estudar, refletir sobre melhorias em cada processo sob sua responsabilidade, buscar conhecimento, levar este conhecimento adquirido à prática, são ferramentas excelentes para todos aqueles que estão comprometidos.

c-) Ter em foco não somente sua competência como especialista no assunto, como também ser um generalista para não cair sempre nas mesmas soluções.

d-) Ser organizado, ter espírito econômico e investigativo.

e-) Saber comunicar-se corretamente (saber ouvir e falar, entender e ser entendido)

f-) Ter coerência entre seu discurso e sua prática

g-) Ter bom relacionamento em todos os níveis da empresa

h-) Adaptar-se às mais diversas condições de trabalho, extraindo sempre o melhor das ferramentas disponíveis.




quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

20 Dicas para você extrair o melhor do seu Whatsapp

O link abaixo mostra 20 dicas para você extrair o melhor desta ótima ferramenta que é o Whatsapp.

Copie e cole em seu navegador:

http://tecnologia.ig.com.br/dicas/2015-08-31/20-dicas-para-melhor-aproveitar-o-whatsapp.html

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Item mandatório para o sucesso profissional: A busca incessante por melhorias da qualidade

Há algum tempo, quando um prestador de serviços autônomo fazia algum serviço em nossa casa ou empresa; ao sair deixava aquela bagunça, aquela sujeira.

Hoje as coisas melhoraram. Um eletricista, pintor, encanador ou pedreiro deixa tudo limpo e organizado ao sair e também enquanto está trabalhando, mantendo tudo razoavelmente organizado à sua volta.

São as exigências do mercado! O cliente está ficando cada vez mais exigente com tudo: pontualidade na visita, educação e postura, organização, prazo de entrega, qualidade, limpeza, custo, garantia do serviço prestado.
O profissional que não observar estes itens acima mencionados, certamente estará fora do mercado em pouco tempo.

Mas,se você não for um profissional autônomo e sim um funcionário contratado, você poderá fazer um paralelo entre cada item citado e os do seu dia-a-dia. E isto também vale para os gestores da empresa. Observe-se. Coloque-se na condição de autônomo e avalie-se. Você compraria o seu próprio serviço com base em cada um dos itens que abordamos ? Procure melhorar naquilo que for necessário.

Cito alguns itens muito importantes a serem observados para que todo serviço prestado tenha ótima qualidade:

a-) Entender o que o seu cliente deseja (incluindo os "clientes internos")

b-) Auto-avaliar-se para saber se você tem a competência necessária para realizar o serviço

c-) Comunicar-se de forma eficiente para o melhor entendimento entre as partes "contratada" e "contratante"

d-) Facilidade de acesso: você está sempre acessível ? Qual a dificuldade em encontrar você para a realização de um serviço?

e-) Segurança: você observa todos os itens relativos à sua segurança, das pessoas ao redor e do local onde o serviço está sendo executado ?

f-) Credibilidade: o tomador dos seus serviços pode crer na qualidade do que você está entregando e na sua rápida intervenção caso seja necessário refazer algo ?

g-) Atualização: você procura manter-se atualizado para entregar ao seu cliente sempre o melhor serviço ?


Com a prática desses itens, você terá um aumento significativo no índice de qualidade geral de seu trabalho profissional, evitará grande quantidade de reclamações e retrabalhos, seu valor no mercado de trabalho será maior, a fidelidade de seus clientes aumentará e o sucesso virá normalmente como consequência.

Que 2016 seja um ano excelente para você e para seu empreendimento ! Prosperidade !





segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Excelente atendimento ao cliente – Fator fundamental para o sucesso empresarial

Como cliente e também como consultor, tenho observado diariamente o atendimento dispensado ao cliente pelos mais diversos canais de comunicação: atendimento presencial, por telefone, Internet, Whatsapp dentre outros.

Tenho observado a precariedade na comunicação, principalmente nos momentos de ouvir e ler o que está sendo dito ou escrito pelo cliente.

O renomado médico, psiquiatra e psicoterapeuta, autor de diversos trabalhos, Augusto Cury, tem estudado um comportamento muito comum em nossos dias, ao qual deu o nome de Síndrome do Pensamento Acelerado - SPA. Segundo ele, esta síndrome ocorre por vários fatores, ressaltando-se:

        a-) Excesso de informações. Hoje, uma criança de 7 anos tem mais informação do que tinha um imperador romano no auge de Roma.

        b-) Consumismo e competição predatória.

Você vai à padaria, o atendente lhe pergunta educadamente o que você deseja e você responde: 5 pães e 300 gramas de presunto. No momento em que ele vai pegar os pães, ou ele pega a quantidade errada ou pergunta novamente quantos pães você deseja. 

Analogamente, no momento de cortar o presunto, o atendente novamente lhe pergunta o peso desejado. Você tem passado por isto ultimamente?

Isto ocorre no açougue, na loja de roupas, na farmácia, na mercearia. Mas também ocorre no escritório de contabilidade, no consultório médico, no dentista, com o técnico em informática. E também ocorre nas indústrias entre as orientações dadas pelos líderes às suas equipes.

Fala-se muito atualmente em crise e em desemprego. Mas como está a qualificação dos profissionais ? Dos atendentes, das secretárias, dos técnicos ? Em uma simples conversa, lhe perguntam seu nome diversas vezes!  Você entrega seu RG para a pessoa e esta ainda lhe pergunta a data de seu nascimento.  Porque isto acontece?

a-) Falta de atenção, falta de foco, conversas paralelas com assuntos que não dizem respeito ao trabalho. O atendente quer lhe atender e conversar com o colega ao mesmo tempo. Além da falta de educação, ele não está prestando atenção ao que está fazendo.

b-) A todo instante o profissional que atende o cliente, checa as mensagens em seu celular, mais uma vez perdendo o foco daquele atendimento.

c-) Pensamento em muitas coisas ao mesmo tempo. A Síndrome do Pensamento Acelerado que comentamos acima. Excesso de informações, na maioria desnecessárias.

d-) Despreocupação total com a qualidade do serviço que está sendo prestado.  Isto denota falta de comprometimento com o trabalho.

Alguns ajustes, tanto da parte do funcionário, quanto da parte de quem o contrata, precisam ser feitos:

a-) O contratante deve proibir o uso de celular em sua empresa. Não deve permitir o uso de Internet, nem no horário de refeição ou descanso, pois este excesso gera congestionamento e sobrecarga nos servidores de Internet da empresa. Cada um que use a Internet associada à sua linha telefônica particular (celular) nos horários de descanso ou refeição.

b-) O contratante deve fornecer instruções claras para se evitar ao máximo todo tipo de conversa paralela entre funcionários que não estejam ligadas ao trabalho. Existe hora para tudo e o bom senso deve prevalecer

c-) O atendente por sua vez, deve prestar atenção total ao seu interlocutor, para não ficar fazendo as mesmas perguntas durante o atendimento. Isto irrita o cliente, o qual normalmente já vem estressado por sua rotina diária.

d-) O atendente deve entender que não trabalha para o patrão e muito menos para o cliente. Ele trabalha para si. Quem tem em mente que trabalha para si, cria seu padrão de excelência naquilo que faz, colocando sua "marca registrada" em seu trabalho. Quem trabalha para si, tem orgulho do que faz e ao entregar seu trabalho, sente-se realizado e consciente da ótima qualidade daquilo que está entregando. Quem trabalha para patrão ou para cliente, raramente o faz com qualidade e atenção, porque desvia o foco.

e-) É importante que cada um conscientize-se que é uma "empresa". Você é uma empresa que está vendendo todos os dias o seu trabalho para um contratante. Então, você é que precisa ter seu padrão de excelência em primeiro lugar, para poder atender aos padrões exigidos pelo seu contratante e pelos clientes dele.

f-) Adote a meditação para serenar a mente. Ao chegar em casa, utilize alguns minutos do seu tempo para você. Desligue sua mente do mundo à sua volta. Peça para não ser interrompido. Faça silêncio total e desligue-se dos ruídos externos. Esta prática diária,vai acalmar sua mente e ensiná-lo a filtrar a quantidade de informações recebidas, aprimorando assim a qualidade apresentada. Isto ajudará na concentração no trabalho.

g-) Ainda em seus horários fora do trabalho (até no caminho de ida ou volta), aprenda a contemplar a beleza das coisas simples. Em vez de ficar no celular ou pensando em tudo e todos, ou fazendo planos e mais planos, contemple a paisagem, o céu, a chuva, as pessoas. Observe a simplicidade das coisas, solte seu pensamento. Isto o trará para dentro de si e você melhorará a qualidade de seu trabalho, de dentro para fora.


h-) Contratantes: proporcionem treinamentos para sua equipe. Contratem profissional capacitado para melhorar a comunicação (interna e externa) em sua empresa. Contratados: busquem treinamentos, procurem aprimorar-se para manterem-se mais seguros e competitivos no mercado de trabalho.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Crise "menos o S" = CRIE

O que fazer em épocas de crise?

Acredito ser um tema eterno: "Crise". Desde sempre ouvimos falar em crise. Entra governo, sai governo, era militar, era civil, já foram trocados diversos fundamentos da economia por outros "mais corretos" (segundo seus autores) e a "crise" continua. 

Mesmo em tempos de "bonança", o costume é falar sobre A Crise.

Mas nos últimos meses estamos vendo algumas coisas concretas acontecerem: famílias inteiras desempregadas, outras apertando o cinto o mais que podem, lojas vazias, disponibilidade de crédito reduzida, inadimplência crescendo. Se não há consumo, tudo fica estagnado: comércio, indústria e prestação de serviços. Isto gera a recessão. 

Inicialmente houve uma concessão de crédito deliberadamente impulsionando o consumismo. Agora existe um freio que faz o consumidor brecar seu consumo quase que totalmente. E todos acabam sendo levados por esta maré, onde ora você está se afogando, ora está quase em terra firme. O que fazer numa situação gravíssima como esta?

a-) Revisar detalhadamente seus custos e adequá-los. Por mais que você pense que seus custos estão "enxutos", sempre haverá uma forma de melhor adequá-los à realidade do momento.

b-) Dialogar mais com sua equipe, afastando o clima de terror causado pela baixa nas vendas.

c-) Criar estratégias juntamente com a equipe no sentido do melhor aproveitamento do tempo ocioso. A equipe que fica de braços cruzados quando o trabalho diminui, está jogando seu tempo fora, quando deveria aproveitá-lo para fazer algo útil à empresa.

d-) Solicitar da equipe sugestões para a abertura de novos nichos a serem explorados pela empresa no sentido de se aumentar o faturamento. Como exemplo, cito uma lanchonete que no inverno oferece 3 tipos de caldos (sopas) para seus clientes no jantar. Isto agrega valores ao faturamento. Uma pizzaria que no inverno adiciona vinho ao seu cardápio. E ainda no inverno, sorveterias que oferecem fondue, chocolates quentes e chás com petit-four para seus clientes. Sempre haverá uma ideia inovadora para aumentar o faturamento. Importante: avalie cautelosamente os custos.

e-) Se possível, contatar profissional especializado na área de treinamento, para reciclar sua equipe em tudo: melhorias no atendimento, economia de recursos, postura pessoal e profissional no ambiente de trabalho. Representa um custo para sua empresa, mas tão pequeno (se bem escolhido) que os benefícios serão infinitamente maiores

f-) Revise os seus ativos. Caso necessário, faça caixa vendendo-os. Exemplo: frota. Você pode estar com sua frota com a capacidade bem acima da demanda. Esta adequação se faz necessária. Imóveis grandes com muitas salas. 

Redimensione e realoque a equipe, colocando mais de um setor na mesma sala. A própria equipe poderá ajudar nisto. Alugue as salas que sobrarem para fazer caixa. Barracões enormes, com espaço ocioso para armazenagem. Estude a logística e faça a adequação necessária para alugar o espaço ocioso para outra empresa armazenar seus produtos. O uso compartilhado de espaços está cada vez mais em uso.

g-) Atrele determinados benefícios como por exemplo prêmios, à lucratividade que determinada venda produziu (margem líquida) e não ao valor da venda em si (metas). O vendedor tem que ser parceiro. O vendedor fez uma boa venda, a empresa ganhou, o vendedor ganha. O vendedor deu descontos, sacrificou a margem de lucro da empresa, a empresa ganhou menos, ao vendedor deverá ser repassado seu prêmio proporcionalmente. 

h-) Estabeleça um clima de economia de recursos, voltado não para o racionamento e sim para a RACIONALIZAÇÃO. Todos os recursos da empresa devem ter seu uso racionalizado: energia elétrica, combustível, água, produtos de limpeza, material de escritório, produtos de copa-cozinha, horas extras, manutenção de prédios, manutenção de equipamentos, manutenção de veículos (no caso de manutenção, a prevenção é a melhor opção), propaganda e marketing, dentre outros. A equipe deverá ser educada a economizar com racionalização, com o melhor aproveitamento possível de cada recurso.

i-) Estude as possibilidades de "network" ou seja: amplie seus contatos. Faça contato com empresas de áreas correlatas à sua área de atuação para firmar parcerias. Muitas empresas que trabalham com importação direta de produtos, conseguem grande economia no transporte, alugando containers  de forma compartilhada. Tanto o transporte em si quanto as despesas portuárias são reduzidas com esta prática. Empresários com negócios na China, por exemplo: tenho clientes que alugam um carro e andam 8000 km dentro da China num prazo de 30-40 dias fazendo compras. O network serve para isto: uma viajem com outro empresário de um ramo próximo ao seu, com as despesas operacionais compartilhadas.

j-) Reveja seus hábitos pessoais e incentive sua equipe a fazer o mesmo. A prática da economia com racionalização deve começar de forma pessoal e expandir-se ao profissional. 

Finalizando: a sugestão de tirar o S da palavra crise, resultando na palavra CRIE, reflete o momento de se fazer a "lição de casa", priorizando as soluções, partindo já para as ações corretivas e preventivas,  evitando ficar só se lamentando dos problemas em si. 

Localização

Rua Voluntários de São Paulo, n. 3153 - sala 33 - Centro
São José do Rio Preto - SP - CEP 15015-200
Telefone comercial: (0 xx 17) 3353 4446
Telefone celular....: (0 xx 17) 99601 6659 (OI)

e-mail: tavareslima@terra.com.br