Área de Atuação
Fazendo Contato
Contato...
Email: tavareslima@terra.com.br
Fone/Whatsapp: (17) 996 016 659
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Retrabalho
segunda-feira, 14 de março de 2011
Atendimento ao Cliente na Prestação de Serviços
Com as dificuldades do dia a dia das pessoas (stress, correria, inúmeras atividades a realizar, falta de tempo, etc) , associado à facilidade de acesso à informação (internet, TV, rádio, jornal) e também à quantidade de itens que dispomos para consumir, todas as pessoas hoje estão “querendo mais”. Mais o quê? Mais carinho, mais atenção, mais “ser carregado no colo” pelo fornecedor de serviços (nosso foco neste artigo).
Acontece que hoje temos muitos prestadores de serviços em todas as áreas e portanto, você precisa ser diferente em seu atendimento, em sua atenção para com os clientes. Além, é claro, de prestar um serviço diferenciado (não entrarei nesta questão neste artigo), você precisa atender de forma diferenciada (nosso objetivo neste artigo). Você precisará na verdade “encantar” o seu cliente para que o mesmo não tenha motivos nem vontade de buscar outro fornecedor para o serviço que você lhe presta.
a-) Nada de “minha querida”, “minha amiga”, “meu amor”, “meu bem”: isto é forçado e aborrece o cliente, principalmente quando usado o tempo todo que se está atendendo. Chame o cliente pelo nome, sem apelidos, sem intimidades desnecessárias, com o carinho necessário e guardando o devido respeito.
b-) Respeite a hierarquia tanto com relação à idade como posicional: doutor, doutora, senhor, senhora. Ao referir-se à alguém para seu cliente, por mais íntimo seu que este alguém seja, mantenha o tratamento doutor, senhor, etc. a menos que a situação seja completamente informal.
c-) Seja pontualíssimo, com ênfase no íssimo. Ninguém tem tempo a perder hoje em dia; tudo funciona com horários normalmente pré-estabelecidos. Qualquer imprevisto, comunique imediatamente ao cliente, dando-lhe previsão do tempo que vai atrasar. Se você atende com hora marcada e em intervalos, procure direcionar a conversa de forma produtiva, sem prejuízo do assunto a ser tratado, mas procurando respeitar o próximo horário.
d-) Não tente estabelecer um bom relacionamento com seu cliente utilizando-se de assuntos particulares ou falando algo sobre terceiros. Evite sempre assuntos polêmicos: religião, política, dentre outros. Preocupe-se também com o “quebra-gelo” inicial, e para isto busque assuntos interessantes, simples, que ambientem o seu cliente num clima de confiança e tranqüilidade.
e-) Fale do seu trabalho, cite vantagens, sem pedantismo e sem agressividade desnecessária (eu, eu, eu...). Não prometa o que não pode cumprir. Não fale mal do concorrente e nem do trabalho dele, mesmo que esteja sendo chamado para consertar algo que os 10 anteriores erraram, mesmo que seja algo prá lá de banal: não fale mal do outro profissional. Se você é capaz de fazer, apenas faça: explique o que será feito e faça. O cliente quer ver o problema resolvido, sem discursos inflamados.
f-) Procure no primeiro instante de contato identificar o “padrão” do seu cliente: linguagem, grau de instrução, educação e principalmente o estado emocional em que ele se encontra. Isto facilitará a sua comunicação com o mesmo. Procure falar na “língua” dele. Quando digo para você falar “na língua dele”, não quero dizer para você falar “no vocabulário dele”. Use o seu vocabulário, evite termos técnicos e linguajar difícil se perceber que o cliente não vai acompanhá-lo. Analogamente, se perceber que o cliente tem mais instrução, procure falar mais tecnicamente. Exibicionismos, excesso de exposição técnica, linguajar difícil, são dispensáveis, confundem, aborrecem (pedantismo) e a comunicação não funcionará. A simplicidade aliada à técnica sempre deixam a comunicação fluir melhor.
g-) Não fale gritando e nem baixo demais. Para falar, abra a boca corretamente, articulando as palavras. Tem gente que fala quase sem abrir a boca, dificultando o entendimento de quem ouve. Não fale perto demais e nem longe demais. Se o seu cliente tem problema de audição, fale um pouco mais alto, sem irritá-lo. Olhe nos olhos do cliente. Não toque na pessoa para falar. Concentre-se naquilo que está falando. Não seja repetitivo. Não exagere nas piadas e gracinhas: se não houver clima para um comentário mais descontraído, simplesmente não faça.
h-) Ouça, ouça e ouça. Entenda o que o cliente deseja, ouça a explicação dele. Interrompa-o apenas se você não entendeu algo e deixe-o continuar, mesmo que você “já conheça o final da história”, pode ser que ao final “a história dele” seja diferente da que você conheçe. Entendendo perfeitamente, você aumenta a chance de êxito em seu atendimento. Seja atento ao que o cliente falar, ouça com boa vontade, para depois não ficar pedindo que o cliente repita tudo o que já falou (isto irrita profundamente e denota falta de atenção e de respeito).
i-) Após ouvir, faça as perguntas necessárias e mentalmente crie a solução; exponha para o cliente o que deseja fazer; faça as sugestões que julgar necessário; aguarde a aprovação final do cliente e, finalmente faça o que tiver que ser feito da maneira que foi “contratado” (faça o combinado). Muita atenção aos valores, formas de pagamento e condições de pagamento relativo aos seus serviços. Esta informação precisa ser passada ao cliente, de forma clara e inequívoca, sempre que possível por escrito (de preferência um contrato), e você precisa certificar-se que o cliente entendeu e aceitou as condições financeiras do serviço em questão.
j-) Qualquer problema que houver com relação ao prazo de entrega, valores, qualidade, quantidades, divergência dos padrões, enfim, tudo aquilo que divergir do que foi combinado, deve ser imediatamente comunicado ao cliente e ser pedida a nova aprovação dele. Se a venda estiver regida por um contrato escrito, você deverá providenciar os devidos adicionais por escrito ao contrato e colher o SIM do cliente que aporá sua assinatura também aos adicionais.
k-) A verdade sempre, em todo lugar e acima de tudo. Não tente mentir, pois o ditado diz que a mentira tem pernas curtas. É impossível administrar a mentira, pois ela tem inúmeras versões e a verdade tem apenas uma. Falando sempre a verdade, seu cliente poderá até se aborrecer dentro de alguma situação mais grave, mas jamais irá dizer que você tentou enganá-lo.
l-) Faça sempre o melhor que puder, como se estivesse entregando seu primeiro pedido, atendendo seu primeiro contrato. Não se economize, dê sempre o melhor de si. Se puder entregar antes do prazo sem prejudicar a qualidade, faça-o, pois isto encantará o cliente.
m-) Pós venda: seja qual for sua área de atuação, entre em contato com o cliente para saber se ele está satisfeito, se você pode fazer algo mais e se ele tem alguma sugestão à lhe dar. Algum tempo depois entre em contato novamente, isto criará o vínculo necessário entre você e seu cliente. Evite que ele procure o concorrente, mantenha-se “vivo”.
n-) Cuidados especiais são necessários com sua vestimenta, calçados, perfumes e acessórios: camisas abertas até a metade, bonés que não sejam uniformes, correntes penduradas... Muitas vezes a primeira impressão poderá marcar negativamente. Nunca fume na frente do cliente em hipótese alguma. Se você fumar, cuide do seu hálito ao apresentar-se ao cliente.
o-) Ao menor problema, escute atentamente a reclamação do cliente sem interrompê-lo. Tire suas próprias conclusões depois que entender o ocorrido. Prometa apenas o que pode cumprir. Resolva rapidamente e definitivamente a questão e não dê margens à novos erros. Se for possível, ofereça alguma vantagem ao cliente para redimir-se do erro. Fale sempre do problema e não de pessoas. Não demore para dar uma solução: a raiva do cliente aumenta exponencialmente com o passar do tempo e você aumenta o tamanho do problema inicial se demorar a resolver.
q-) Desde o primeiro contato, procure conhecer o seu cliente e seus gostos, para poder oferecer-lhe sempre o melhor. Todo contato é uma oportunidade para uma venda. Você pode estar na casa dele para consertar a máquina de lavar e acabar vendendo-lhe aparelhos de ar condicionado para toda a casa. Um conserto avulso de um computador em uma empresa pode render-lhe um contrato fixo mensal para todos os equipamentos. Uma intervenção em uma tomada elétrica poderá render-lhe uma revisão geral em toda a parte elétrica da empresa, se você perceber que há algo de errado e o cliente sentir sua opinião honesta e capaz.
r-) Nunca, mas nunca mesmo, fale mal daquilo que o cliente tem instalado ou que o cliente possui, para poder vender o seu produto/serviço em seguida. O cliente poderá ofender-se com esta depreciação às coisas dele. Excesso de “verdades” neste caso não funcionam: não queira ser mais realista do que o rei. Se algo pode ser melhorado, sugira cuidadosamente, sem falar mal de nada.
s-) Se precisar atender o celular (casos urgentes) ou usar o telefone do cliente, peça licença, fale rapidamente, não fale alto, nunca discuta com terceiros na frente do cliente e procure não ficar falando ao telefone durante o atendimento. Lembre-se que o seu foco precisa estar naquele caso em questão.
t-) Silêncio: quando não tiver nada para falar, fique quieto! A palavra é de prata e o silêncio é de ouro. Existem fornecedores de serviços que simplesmente deixam o cliente atordoado de tanto que falam. Principalmente quando houver um problema com o cliente, saiba fazer o silêncio necessário, no momento certo. A atitude de calar-se no momento certo, trará a luz necessária para a resolução do problema.
Por mais comum que seja o serviço que você presta, por mais concorrentes que você tenha e mesmo não dando para criar tantos diferenciais no serviço em si, observe atentamente aos itens acima e você irá fidelizar o seu cliente por muito tempo.
Ligue-me ou escreva-me caso tenha algum comentário ou dúvida. Este é meu trabalho e certamente teremos muitas soluções para sua empresa.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Administração de Frota: Dividir para Multiplicar - Pagando e Economizando
Extra: Dando ao motorista 1/3 do lucro que ele conseguir, sobrará à você gestor 2/3. Trabalhe com a hipótese de distribuir parte destes 2/3 entre os funcionários administrativos ligados diretamente à gestão de sua frota.
Para penssar: Considerando as demais áreas da sua empresa, extrapole o raciocínio que montamos acima. Em artigo futuro abordaremos o tema: "Como medir a produtividade de cada setor da empresa, transformando-os em prestadores de serviços e premiando-os de acordo com o aumento da produtividade, sem abrir mão da qualidade e menor custo". Desta forma, não somente a área de transporte será premiada pela economia, mas toda a empresa. Pense nisto...
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Importância da Análise Técnico-Financeira de Todos os Investimentos
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Fluxo de Caixa - 13 Itens para ter Sucesso
Importante:
Na indústria temos estoques de matérias primas, embalagens, em alguns casos produtos semi-acabados (que se transformarão em acabados) e produtos acabados. No comércio os produtos acabados são os produtos para revenda (adquiridos dos fornecedores e revendidos).
10-a) Faço aqui um parêntesis: Você deve ter todos os ativos de sua empresa relacionados e bem identificados, preferencialmente numa planilha eletrônica ou programa (software) especifico. Uma planilha eletrônica já facilitará bastante as coisas. Ao substituir um ativo, você deverá dar baixa no anterior e acrescentar o recém adquirido. Da mesma forma, se for uma simples baixa ou aquisição, você deverá fazer o lançamento na planilha. Emita relatórios mensais que mostrem à você, com segurança, quais os seus ativos e respectivo valor dos mesmos. Além disto, você deverá emitir no ultimo dia de casa mês, o "Registro de Inventário", que é um relatório obrigatório (por Lei) para a indústria e também para o comércio que mostra a quantidade existente em estoques (saldos) de cada produto (matérias primas, produtos acabados, produtos para revenda, etc) e seus respectivos valores (valorização do estoque à preço de custo e à preço de venda à vista). É importante checar os saldos físicos (saldos realmente existentes) com os saldos deste relatório, apurar as diferenças (e motivos que levaram à discrepância), fazer os ajustes e manter o controle dos estoques.
O mais importante é você colocar tudo em prática logo, para que os resultados também sejam colhidos rapidamente.
Escreva-me ou ligue-me. Estarei à sua disposição sempre.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
2010 está acabando... Ih! Acabou!
sábado, 25 de setembro de 2010
Porque Controlar Tudo ? Parte 3 - FINAL
Controle de Impostos: Você já ouviu falar de Elisão Fiscal? Você acredita que está pagando o mínimo justo e necessário de impostos em sua empresa? Pois bem, chame seu Contador, pergunte-lhe qual é o Regime Tributário atual de recolhimento de impostos de sua empresa no âmbito municipal, estadual e federal. Peça para que o mesmo lhe apresente as 6 ultimas guias de recolhimento autenticadas com as respectivas memórias de cálculo que geraram o valor de cada guia paga. Questione-o sobre quais os regimes existentes, vantagens e desvantagens de cada um, se a sua empresa se enquadraria ou não em outros regimes, quais as sugestões dele, etc. Saiba que você só pode mudar de Regime Tributário no começo do ano ou seja: no começo do exercício fiscal. Mas se não fizer o estudo detalhado pelo menos 3 meses antes de terminar o ano, no ano que vem certamente você estará no mesmo regime porque “não deu tempo para o novo enquadramento”. A única frase que você não pode e não deve aceitar é: “Eu estou de olho em tudo, faço de tudo para você pagar o menos possível de impostos”. Parto do principio que tudo, absolutamente tudo, pode ser otimizado, deve ser checado e que se tome as devidas providências para a efetiva melhora, seja lá em que área for. Tenha reuniões mensais com seu Contador, de prestação de contas, onde o mesmo coloque sua empresa na palma de sua mão, do ponto de vista contábil e fiscal. Reunião de 60 minutos, 90 minutos no máximo (uma por mês), mas de grande valia, para que as decisões nas áreas contábil e fiscal sejam tomadas sempre à tempo: fluxo de documentos, recolhimento de impostos, brechas na legislação, cumprimento das exigências legais, mudanças na legislação, etc. Lembremos que a falta de um simples Alvará de Funcionamento que deveria estar na parede e está na gaveta, causará uma multa para você. Isto vale para Quadro de Funcionários, Alvará de Bombeiros, Vigilância Sanitária dentre outros. Importante ressaltar que seu Contador deverá estar com a Legislação Fiscal “na ponta da língua” para poder proporcionar à você sempre as melhores opções. Procure manter um fluxo de documentos entre sua empresa e o seu escritório de contabilidade o mais perfeito possível. Além da segurança, você também beneficiará o seu fluxo de caixa, pois seu Contador poderá lhe informar os valores das Guias com um pouco mais de antecedência, dando-lhe mais tempo para providenciar os recursos necessários para pagar os impostos. O gestor de um negócio precisa ter conhecimentos mínimos na área tributária (aspectos legais e operacionais) para ter condições de tomar decisões com maior embasamento. Sugiro que você combine com seu Contador uma breve palestra sobre o assunto, onde o mesmo passará em linhas gerais, à você e sua equipe: as vantagens, os riscos, as implicações e repercussões mais importantes sobre o assunto “impostos”. Você deverá fazer um rigoroso “planejamento tributário”, juntamente com seu Contador e demais envolvidos de sua empresa, onde se analise rigorosamente o peso de cada tributo nos custos de seus produtos, se estabeleça metas mensais de adequação, se acompanhe (follow-up) os resultados e se corrija os rumos, de forma que você consiga pagar o menor e mais justo imposto em sua empresa. E lembre-se sempre: Seu Contador é seu parceiro. Chame-o sempre para ajudá-lo na tomada de decisões do ponto de vista fiscal e contábil, exponha seu ponto de vista, ouça o dele, troque idéias para que você possa usufruir tudo o que ele pode te proporcionar em termos profissionais. Seu Contador o aguarda, apóie-se na estrutura que ele tem para ter oferecer.
Material de Apoio: Controle o material de escritório com vigor. Muitas pessoas são solicitadas à nos fornecer um simples papel de rascunho e já se apressam em nos entregar uma folha de sulfite em branco! Canetas jogadas, tubos vazados, ressecados, levadas “por empréstimo”, isto não tem cabimento. Fotocópias particulares (Xerox), trabalhos escolares (agora tem essas multifuncionais) que são verdadeiros livros e ainda impressos em cores, CDs e DVDs tomados “por empréstimo” são exemplos de desperdício que precisa ser controlado. Materiais de copa-cozinha e limpeza: aqui é outra válvula de escape! Quanto açúcar e pó de café perdido, álcool, desengordurantes, detergentes, sabão em pó e em pedra, alvejante, etc. Falemos das ferramentas utilizadas na manutenção diária, que quando mais necessitamos de um alicate ou uma chave de fenda, elas não estão no lugar. Aí vem a costumeira frase: “compra lá, rapidinho para mim”. E outras ferramentas necessárias ao próprio desenvolvimento do serviço. Neste caso, me lembro de um cliente, era uma Construtora, e toda vez que iriam iniciar uma obra o Engenheiro chefe tinha que sair procurando onde estavam as pás, enxadas, picaretas, colheres de pedreiro, prumos, etc. Eram mais de 20 obras sendo tocadas ao mesmo tempo e gastava-se um tempão recolhendo as ferramentas não mais usadas em uma obra para serem levadas à obra nova. Solução? Identificamos cada ferramenta com uma pequena plaquinha de alumínio e montamos um sistema informatizado. Já na compra a ferramenta era identificada e enviada para a “obra tal”. Para transferir a ferramenta para outra obra ou mesmo quando a ferramenta se quebrava, simplesmente se preenchia uma pequena planilha de transferência e lançava-se no sistema. Criamos um almoxarifado de ferramentas. Quando esta já não estava mais sendo utilizada, transferíamos a mesma para o almoxarifado, que as redistribuía à medida das necessidades de cada obra. O ferramental específico de cada operário era identificado e entregue, em uma caixa também identificada e sob protocolo de entrega, assinado pelo operário e pelo entregador. Resultado: reduzimos as re-compras de ferramentas e criamos a mentalidade do não-desperdício entre os funcionários.
Horas Extras: Existem empresas que se habituaram a fazer horas extras. Já parte do próprio gestor essa idéia. Acabam enveredando pelo horário após 22 horas onde já incide adicional noturno e sempre fica “mais caro o molho do que o frango”. Hora extra é uma necessidade que deve se lançar mão com profundo estudo, caso a caso. Hoje existe Banco de Horas, a ser feito com a anuência do Sindicato. Empresa que faz horas extras todos os dias é porque tem algo errado: pessoal mal dimensionado, pessoal mal treinado, pessoal fazendo o que não precisa durante o horário de trabalho (tarefas menos importantes, fumo, cafezinhos, rodinhas, etc), quebras constantes de equipamentos, falta de energia elétrica, vício pela hora extra, etc. O simples aumento nas vendas não enseja igual aumento nas horas extras. Ao menor sinal de que algo está fora de controle, o gestor deve assumir para si o controle e redução vertical e efetiva das horas extras.
Energia Elétrica: Luz acesa sem necessidade, Sol brilhando lá fora! Estou cansado de ver esta cena. Algumas telhas transparentes (numa indústria) e portas maiores resolve o caso. Nas salas: cortinas e janelas amplas. Ventilação natural evitando-se o ar condicionado, muitas vezes ligado por puro vício. Pessoas que entram no seu próprio carro, já com o vidro fechado e ligam o ar condicionado. Chegam na empresa e fazem o mesmo! Equipamentos e fiação mal dimensionados, energia que cai à todo instante, falta de no-break em equipamentos importantes, muitos equipamentos ligados à uma só tomada provocando aquecimento e risco de incêndio, equipamentos sem manutenção, lâmpadas completamente empoeiradas diminuindo a luminosidade do local são alguns dos fatores que contribuem para o aumento do gasto com energia elétrica. Se você for indústria ou grande consumidor, revise seu contrato com a concessionária que te fornece energia elétrica. A mesma estabelecerá horários de grande economia para você trabalhar mais e gastar menos, e certamente cobrará caro pelas suas invasões nos horários proibidos (é questão de organização e disciplina de sua equipe). Faça uma revisão detalhada em sua conta (se necessário peça ajuda à um profissional da área), identifique seus equipamentos com o consumo de cada um, estabeleça metas para as melhorias, estabeleça metas de redução efetiva neste gasto, dê treinamento à seu pessoal, cobre resultados mensalmente: coloque seu gasto de energia no menor patamar possível.
Fluxo do serviço em si e retrabalho: Algo que consome recursos é o retrabalho. Refazer algo que já tinha sido feito, porque foi mal feito, é retrabalho, é desperdício e portanto: é prejuízo certo! Planeje, execute de acordo com o planejado, siga as normas, “não invente” e se tiver que inventar, que seja para melhorar mesmo. Avalie o fluxo de cada operação de sua empresa. Desde o recebimento do pedido de venda, passando pela compra das matérias primas (ou produtos à serem vendidos se for comércio), armazenagem, produção (quando for indústria), faturamento, expedição e despacho efetivo até o destinatário, recebimento da fatura e nova compra por parte do seu cliente. Este ciclo, para mim, só se fecha quando o seu cliente coloca o próximo pedido em sua empresa. Estudando cada detalhe acima mencionado, você poderá otimizar cada processo, sem perdas de tempo e outros recursos, sem retrabalho, sem devoluções por não conformidade com o pedido original, sem estresses entre você e seu cliente e portanto: economia, contentamento, geração de lucros! Imagine qualquer rotina de trabalho, por exemplo: uma venda, desde o momento em que chega o pedido até a emissão de uma nota fiscal e o devido recebimento do valor da duplicata. Refaça junto com os responsáveis por esta tarefa, cada passo da operação. Identifique pontos falhos, reflita sobre as implicações e repercussões de cada passo, debata as melhores soluções (ouça todos os envolvidos), simule possíveis intercorrências e crie as ações que resolverão o problema, crie a rotina completa e escreva-a em forma de Norma para que todos tenham conhecimento e pratiquem com exatidão o que foi definido, crie pontos de controle (Controle de Qualidade) para a devida checagem de forma que tudo saia impecavelmente. Para lapidar, crie controles estatísticos que meçam possíveis erros procurando sempre a busca por: menor tempo, menor custo, maior qualidade em todos os processos de sua empresa.
Localização
Mirassol - SP - CEP 15130-000
Telefone Comercial: (0 xx 17) 2122 1151
Celular e Whatsapp: (0 xx 17) 996 016 659 (OI)
e-mail: tavareslima@terra.com.br